Instalado num luxuoso casarão do século XIX onde está o hotel que lhe dá nome, de frente para a Praia do Homem de Leme, o restaurante comandado pelo chef Arnaldo Azevedo conquistou a estrela Michelin com mérito. David tira sabores potentes de ingredientes das estações para extrair o melhor deles, enquanto a equipa de sala trata as mesas com distinta cordialidade. É, sobretudo, um restaurante de alta cozinha, mas a chef Angélica Salvador conseguiu imprimir ao ambiente da sua casa numa rua charmosa da Foz um despojamento que torna tudo ali mais aconchegante, sem pretensões.
- O restaurante Gruta, comandado pela chef Caroline Giandalia, tem pratos que cruzam a tradição de Portugal e do Brasil, com criatividade, ousadia e utilizando sempre ingredientes locais e sazonais.
- Miguel Azevedo Peres tem uma das poucas casas do país que respeita o princípio “nose to tail”.
- Nas entradas, há amêijoas à Bulhão Pato ou gambinhas ao alho.
- Num espaço simples, de antigo snack-bar, aproxima Mediterrâneo e Médio Oriente sem cair na fusão fácil.
- A esplanada com a sua vista deslumbrante fecha a proposta deste espaço que é já uma referência no panorama da restauração nacional.
Desde que abriu, em 2017, o restaurante do chef Pedro Braga já mudou o cardápio, os horários, passou um tempo a hibernar, mas manteve-se sempre imutável na ideia de fazer o cliente feliz com aquilo que come e bebe no moderno e acolhedor espaço que ocupa na Rua de José Falcão. As sobremesas vão do pastel de nata com creme de limão e vinho do Porto e canela; ao chocolate negro com manga, baunilha e fava tonka Mas o Genuíno, instalado no quadrilátero artístico da Miguel Bombarda, conjuga bem o que serve em prato e copo para um público que lota as poucas mesas da sala aconchegante com jeito de casa de amigos. Não se esqueça de pedir também as sobremesas, que são bem boas. Para rematar em beleza, há sobremesas preparadas com topinambur e avelã ou com chocolate, yuzo e kimchi.
Mas também há novidades do mundo e propostas contemporâneas. Apesar de todas as transformações na zona, Benfica continua a ser um bairro tradicional, onde é possível conhecer e tratar os vizinhos pelo nome. Os melhores restaurantes em Benfica incluem cervejarias com fama, restaurantes de peixe, nacos na pedra, pizzas e uma surpreendente cafetaria.
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E os preços anti-gentrificação fazem deste um projecto único na cidade. Os pratos mudam todos os dias e raramente se repetem. A dupla criou um menu de almoço, com pratos do dia, sandes, saladas, quiches e sopa, que seduziu de imediato o bairro. Hoje, toda a gente fala da sazonalidade, menciona produtores e promove a sustentabilidade, mas nada disso era comum quando António Galapito abriu o Prado, em 2017. António Lobo Xavier não se fica por nenhuma das definições.
Restaurante Tribuna
Nestes restaurantes em Alcântara, há opções para todos os gostos e ocasiões. Tanto há tascas tradicionais a preços acessíveis como locais dedicados a gastronomias de diferentes latitudes; tanto há restaurantes pensados para levar a família como espaços que à noite viram discotecas. O Galeto, no Saldanha, é um clássico que dispensa apresentações (e onde tantas vezes se encontram aqueles que trabalham na restauração a comer quando os seus sítios já fecharam), mas há mais nesta lista de restaurantes abertos até tarde em Lisboa, de cozinha de autor a pizzas e hambúrgueres.
Nas sobremesas, sobressaem o mil-folhas de caramelo salgado e o Paris-brest de pistáchio e yuzu. Arroz basmati dos Himalaias, sobremesas cuidadas e chás autóctones completam uma proposta focada em produto e identidade. Em 2026, abriu um novo espaço em Lisboa, na Baixa, mais exactamente dentro do Hotel 1904, do Benfica.
Nas sobremesas, destaca-se o mil-folhas de caramelo salgado. Abriu praticamente sem sushi, mas os clientes que o conheciam de outras andanças estavam com tantas saudades que o chef reformulou a carta para incluir várias opções de sashimi, temaki, futomaki e oshizushi. O que significa que tanto https://tribunasportsbar.pt/ se podem comer umas ostras de Setúbal como uma burrata e vegetais no carvão, para começar, e um bife de espadarte com molho de manteiga e puré cremoso de aipo bola para acabar. A sala é elegante, o ambiente sofisticado e o serviço atento, com o chef a criar uma ligação genuína aos clientes. Se o balcão proporciona a proximidade, na sala, muito procurada pela elite lisboeta, fica-se mais recatado. Nas sobremesas, brilha a tarta de queso, bem cozida por fora e líquida no interior.
Sítio de Gente Feliz
José Avillez abriu-o ao lado do Belcanto, que é onde está a génese do Encanto – isto é, a cenoura com esfera de azeitona e leite de pinhão, que se foi destacando entre pratos de carne e de peixe. Já nos dias de cozido à portuguesa, quarta-feira e sábado, o melhor é chegar cedo porque são especialmente concorridos. Na altura certa, é um dos melhores restaurantes da cidade para comer lampreia, vinda precisamente do Alto Minho.
Criado por nutricionistas, o cardápio tem opções para quem busca uma alimentação equilibrada, como salada verde, arroz integral e grelhados. A partir deste domingo, 17 de outubro, serão inauguradas em modelo de soft opening, duas novas opções gastronômicas, ambas com o cardápio assinado pelo premiado chef Pedro de Artagão. E agora, estamos a caminho de uma churrasqueira que isto do kebab é bom, mas não para comer todos os dias!
Sobremesas
O antigo restaurante do hotel, o Po Tat, deu lugar ao Kan.jo, um conceito pan-asiático focado na partilha e inspirado na street food, que mantém o chef André Santos ao leme. A experiência completa-se com uma robusta carta de vinhos desenhada pelo sommelier Pedro Nogueira, com centenas de referências, todas elas servidas a copo. Com assinatura do chef Ricardo Leite, a cozinha foca-se na exaltação do produto de época, de proximidade e de micro-produtores, cruzando a memória afectiva do receituário tradicional português com influências internacionais. Instalado no coração do Chiado, no histórico espaço que outrora acolheu a perfumaria David & David e a primeira loja A Vida Portuguesa, o Isabella é um restaurante sóbrio e acolhedor integrado no Flora Chiado Apartments. Irmão mais descontraído do estrelado Grenache, este bistrô nos Anjos tem assinatura do chef Philippe Gelfi e aposta na comida de conforto, aplicando técnicas francesas a produtos portugueses.
Os dim sums também têm uma secção própria, embora incomparável ao rol de opções de quem almoça no Estoril. A carta inclui sopas, mariscos e especialidades de barbecue chinês, mas também novas receitas pensadas por Ku Yan, chef de origem malaia. Ao fim de 27 anos a servir a melhor comida cantonesa da Linha, o Mandarim abriu um segundo restaurante, dentro do Casino Lisboa.
Existem dois menus de degustação (de nove e 12 momentos), embora os pratos não se anunciem. No coração da Lisboa turística, criou uma marisqueira com produto escolhido a dedo – frescura é o lema da casa – e um serviço de excelência. Há fritos, como o trio de bolinhos de carne de porco e camarão seco, e ao vapor, caso do Xiu Long Bao, ou bolinhos de porco.
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